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sexta-feira, 16 de março de 2012

SER POETA


Divagando VI

É ser corpo e mente
Com a paixão fervente
Aprisionada em segredo
É viver no seu mundo
O sabor da corrente
É ser lágrima perdida
Em onda revolta
Que acalma e cicatriza
No mar profundo e desnudado
Em abraço apertado
Sentido num corpo de gente
É ter calor na pele
Alma desfraldada
Perdida na descoberta
De uma ilha qualquer
É ser caneta atrevida
Que rasga caminhos
E desperta a vida
É ter raça na letra
Sempre amada
Sempre sentida.
2008

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