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domingo, 26 de outubro de 2008

SINTO-TE



Sinto-te
Pouso minha mão
Em tua agreste pele
Abrasada pelo tempo
E intempéries da vida
Desnudo-me
Perante o teu calor
Deixo que me sintas
Deixo-me ler
Deixo que me percorras
È interno o meu sentir
E tu sussurras
Fica…
Eu…não…
Não vou fugir !!
Quero-te minha
Parede vadia
Nesta noite
Que se adivinha fria
Quero saborear-te
Nessa tua cor
Garrida
Colorida
Murmurar-te
Nesta ilusão
Que és minha
Com paixão
Percorrer o teu passado
Adivinhar o teu futuro
Enquanto o meu olhar
Por ti se enamore
E minha Alma
Te penetre fundo

12.10.2008
( 05H00)

1 comentário:

Monteiro disse...

O teu amigo é fixe, e o teu poema, consegue ser melhor que ele, parabens nina.