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domingo, 28 de setembro de 2008

Encontro dos Afectos

Candeeiro solitário
Teu raio de luz
Com brilho suave
Iluminando
Indiscreto
Recantos da minha cidade
Cruzei esquinas
Entroncamentos
Pequenas descidas
Com algum deslumbramento
Descobri o Carinho
Envolto em nebelina
Abraçado á ternura
De forma algo traquina
Namoriscando entre risos
Nos apertos e embaraços
Com alguma candura
Lado a lado
Mão na mão
Lá vão eles
Com bravura
Palmilhando na dura calçada
Sombreados e velados pelo luar
Em mais uma aventura
Mais uma caminhada
Na descoberta da forma
Mais apaixonada
De AMAR
28.09.08
( 05h00)

2 comentários:

Delírios e Fantasias disse...

Os afectos constroem a nossa matriz pessoal e podem exprimir-se pelo amor mas também pelo ódio.
A afectividade engloba estado de alma, como a emoção, sentimentos, paixao e o humor...
Este encontro é como uma seda, suave e delicada, fala dos corações que entendem sem palavras...estilo delicado e firme. Gostei muito... e tudo o que permite o encontro dos afectos sem ser preciso abusar da razão nem da justificação...

Monteiro disse...

OLha menina,
a unica poésia que sei é esta.
Chuva em Novenmbro,
Natal em dezembro.
Tens poemas lindissimos, e penso que isto deveria ser público.
Já agora compra uma máquina fotográfica em condições e vem fazer fotografias connosco, porque tens muito, mas mesmo muito jeito, as que me mandaste são fantásticas.
Tens aquela sensibilidade para o momento. Eu fiquei com elas numa pasta.
Zonito.
ou
www.olhares.com/zonito