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quinta-feira, 29 de março de 2012

DA TERRA PROVENHO

Rasgo teu ventre
Com vontade de te descobrir
Liberto a força que de mim brota
Percorro tuas margens
Deleito-me sentindo-te
Gargalhando que nem gente a sorrir
Enquanto em ti me perco
Liberto-me e subo aos céus
Para á terra retornar
Enquanto a natureza assim o permitir
E me fizer desabrochar


1 comentário:

César Oliveira disse...

Um conjunto de palavras faz prever a sensibilidade de quem nelas mergulha
Boas férias Gaivota